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Seja Bem vindo (a)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013





 LUZ NO CORAÇÃO!
 PELO ESPÍRITO SHEILA
As sombras que recaem sobre a humanidade, no campo moral, nada mais são que a ausência do Evangelho no coração das criaturas.
Daí a necessidade de uma vivência maior dentro dos padrões traçados por Jesus, por parte daqueles que já se encontraram com o Mestre.
A esses, cabe a tarefa de iluminação do planeta.
Conforme o próprio Mestre asseverou, eles terão de ser o “sal da terra”, conservando a elevação do pensamento e dando o sabor da fraternidade à vida de relação.

Se a tarefa parece difícil, é oportuno recordar que, sem o espírito de renúncia, desprendimento e disciplina, as dores da humanidade se agravariam ainda mais.

As sombras, contudo, hão de ser passageiras, porque o sol do amor de Deus não deixará que a ignorância imponha, por muito tempo, seus efeitos nefastos aos homens de boa vontade e amantes da paz.
Se a brutalidade ainda recrudesce, cabe aos seguidores do Cristo o desenvolvimento da concórdia, por meio do próprio exemplo na prática aos ensinos evangélicos.
Se a dor moral ainda persiste, como efeito dos enganos e da rebeldia, o alívio por meio do esclarecimento é o único caminho e o principal recurso a ser mobilizadb.
Se o homem se ressente de seus atos cheios de sombras, cabe a ele mesmo reerguer--se para a luz de Deus, a fim de construir em sua cônsciência a cidadela de paz que o mundo deseja.
Somente com o desenvolvimento do amor em níveis mais elevados, conseguirá o homem construir a sociedade livre das mazelas que hoje assolam os povos e retardam o progresso.
Confiemos, porém, no amor do Pai, oferecendo nossos esforços, em nosso campo de atuação, para que a luz que todos desejamos venha a nascer do nosso próprio coração.
Naquela tarde insquecível em Jerusalém, um certo Cireneu foi chamado pelos guardas a auxiliar o Mestre que, cambaleante e abatido, mal suportava o peso da cruz na escalada do Calvário.
Não esperes que a vida te chame a auxiliar os que caminham vergados pela cruz que carregam, nem te limites à massa expectante que, embora tocada de compaixão, apenas assiste à passagem dos sofredores.
Antecipa-te a eles e o teu gesto, espontâneo e bom, os felicitará, a fim de que, escalando o calvário da redenção, encontrem a paz na libertação espiritual.

MUITA PAZ!!!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012


O Divino Semeador!!!

Quando Jesus nasceu, uma estrela mais brilhante que as outras luzia, a pleno céu, indicando a manjedoura.
A princípio, pouca gente lhe conhecia a missão sublime.
Em verdade, porém, assumindo a forma duma criança, vinha Ele, da parte de Deus, nosso Pai Celestial, a fim de santificar os homens e iluminar os caminhos do mundo.
O Supremo Senhor que no-lo enviou é o Dono de Todas as Coisas. Milhões de mundos estão governados por suas mãos. Seu poder tudo abrange, desde o Sol distante até o verme que se arrasta sob nossos pés; e Jesus, emissário d'Ele na Terra, modificou o mundo inteiro. Ensinando e amando, aproximou as criaturas entre si, espalhou as sementes da compaixão fraternal, dando ensejo à fundação de hospitais e escolas, templos e instituições, consagrados à elevação da humanidade. Influenciou, com seus exemplos e lições, nos grandes impérios, obrigando príncipes e administradores, egoístas e maus, a modificarem programas de governo. Depois de sua vinda, as prisões infernais, a escravidão do homem pelo homem, a sentença de morte indiscriminada a quantos não pensassem de acordo com os mais poderosos, deram lugar à bondade salvadora, ao respeito pela dignidade humana e pela redenção da vida, pouco a pouco.
Além dessas gigantescas obras, nos domínios da experiência material, Jesus, convertendo-se em Mestre Divino das almas, fêz ainda muito mais.
Provou ao homem a possibilidade de construir o Reino da Paz, dentro do próprio coração, abrindo a estrada celeste à felicidade de cada um de nós.
Entretanto, o maior embaixador do Céu para a Terra foi igualmente criança.
Viveu num lar humilde e pobre, tanto quanto ocorre a milhões de meninos, mas não passou a infância despreocupadamente. Possuiu companheiros carinhosos e brincou junto deles. No entanto, era visto diariamente a trabalhar numa carpintaria modesta. Vivia com disciplina. Tinha deveres para com o serrote, o martelo e os livros. Por representar o Supremo Poder, na Terra, não se movia à vontade, sem ocupações definidas. Nunca se sentiu superior aos pequenos que o cercavam e jamais se dedicou à humilhação dos semelhantes.
Eis porque o jovem mantido à solta, sem obrigações de servir, atender e respeitar, permanecer em grande perigo.
Filho de pais ricos ou pobres, o menino desocupado é invariavelmente um vagabundo. E o vagabundo aspira ao título de malfeitor, em todas as circunstâncias. Ainda que não possua orientadores esclarecidos no ambiente em que respira, o jovem deve procurar o trabalho edificante, em que possa ser útil ao bem geral, pois se o próprio Jesus, que não precisava de qualquer amparo humano, exemplificou o serviço ao próximo, desde os anos mais tenros, que não devemos fazer a fim de aproveitar o tempo que nos é concedido na Terra?
muita paz!
Pelo Espírito Neio Lúcio
XAVIER, Francisco Cândido. Antologia Mediúnica do Natal. Espíritos Diversos. FEB. Capítulo 23.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012



Estrela oculta
Quando a tempestade da CÓLERA explode no
ambiente, despedindo granizos dilacerantes,
vemo-la por antena de amor, como uma estrela
oculta, isolando-lhes os raios, e se o temporal da
revolta encharca os que tombam na estrada sob o
visco da lama, ei-la que surge igualmente por
força neutralizante, subtraindo o lodo e aclarando
o caminho... Remédio nas feridas profundas que
se escondem na alma, ante os golpes da injúria,
a estrela oculta é balsamo invisível, lenindo
toda chaga. Ante a sua presença, a queixa
descabida interrompe-se e pára e o verbo
contundente empalidece e morre.
Onde vibra, amparando, todo ódio contem-se,
e o incêndio da impiedade apaga-se de chofre...
Acessível a todos, vemo-la em toda parte, onde
o homem cultive a caridade simples, debruçando-se
pura, à maneira de aroma envolvente e sublime,
anulando o veneno em que a treva se nutre...
Guardemo-la conosco, onde formos chamados,
sempre que o mal reponte, delinqüente e sombrio,
por que essa estrela oculta, ao alcance de todos,
é a prece do silêncio em clima de perdão.
***Emmanuel***

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


Chamo-me O Amor!

QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento
te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos Busca-Me: eu sou Aquele que sabe sufocar-te o pranto
e estancar-te as lágrimas; QUANDO te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que
em torno a indiferença recrudesce, acerca-te de Mim:
eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza
de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos; QUANDO se te extinguir o ânimo, as vicissitudes
da vida, e te achares na eminência de desfalecer,
chama-Me: eu sou a FORÇA, capaz de remover-te
as pedras dos caminhos e sobrepor-te às adversidades
do mundo; QUANDO, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a
cabeça, corre para junto de Mim: eu sou o REFÚGIO,
em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranquilidade para o teu espírito; QUANDO te
faltar a calma, nos momentos de maior aflição,
e te julgares incapaz de conservar a serenidade de
espírito, invoca-Me:eu sou a PACIÊNCIA, que
te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar
nas situações mais difíceis; QUANDO te abateres
nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por Mim: eu sou o BÁLSAMO, que te cicatriza as chagas e te minora
os padecimentos; QUANDO o mundo te iludir com
suas promessas falazes e perceberes que já ninguém
pode inspirar-te confiança, vem a Mim: eu sou a SINCERIDADE, que sabe corresponder à fraqueza
de tuas atitudes e à exelsitude de teus ideais;
QUANDO a tristeza e a melancolia te povoarem
o coração e tudo te causar aborrecimento, clama
por Mim: eu sou a ALEGRIA,que te insufla um
alento novo e te faz conhecer os encantos de teu
mundo interior; QUANDO, um a um, te fenecerem
os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero,
apela para Mim:eu sou a ESPERANÇA, que te
robustece a fé e acalenta os sonhos; QUANDO
a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano,
procura-Me: eu sou o PERDÃO, que te eleva o
ânimo e promove a reabilitação de teu espírito;
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre
a Mim: eu sou a CRENÇA, que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista da
felicidade; QUANDO já não aprovares a
sublimidade de uma afeição sincera e te desiludires
do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de
Mim: eu sou a RENÚNCIA, que te ensina a olvidar
a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão
do mundo; QUANDO, enfim, quiseres saber quem Sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que
canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila,
ao moço que espera e ao velho que recorda. Eu sou a dinâmica da Vida e a harmonia da Natureza;
chamo-me AMOR, o remédio para todos os males
que te atormentam o espírito.
***Emmanuel***


quarta-feira, 29 de agosto de 2012


SALVE O APÓSTOLO DO CRISTO!!!

Bezerra de Menezes


O Doutor Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu no dia 29 de agosto de 1831, em Riacho do Sangue, no Ceará.

Mesmo sem condições econômicas, o jovem Bezerra de Menezes aventurou-se na co

nquista do sonho de tornar-se médico, saindo de sua terra natal rumo ao sul do país. Em 1851, o mesmo ano da morte de seu pai, mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando no ano seguinte, como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Nas horas vagas, dava aulas de Filosofia e Matemática para manter seus estudos.

Em 1861, iniciou carreira política, sendo eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro, tendo que demitir-se do Corpo de Saúde do Exército, do qual fazia parte como cirurgião-tenente. Na Câmara Municipal da Corte desenvolveu grande trabalho na defesa dos humildes e necessitados, sendo reeleito para o período de 1864 a 1868.

Retornou à política no período de 1873 a 1881, ocupando várias vezes as funções de presidente interino da Câmara Municipal da Corte, efetivando-se em julho de 1878, cargo que corresponderia ao de prefeito nos dias atuais. Nunca obteve favores do governo para as suas candidaturas e era adorado pelas camadas mais pobres da população.

Durante a campanha abolicionista, com espírito prudente e ponderado, escreveu “A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extinguí-la sem danos para a Nação” e expôs os problemas de sua terra, no estudo “Breves considerações sobre as secas do Norte”.

Converteu-se ao Espiritismo em 1886, passando então a escrever livros que se tornariam célebres no meio espírita. Devido a seu espírito extremamente pacífico e conciliador tornou-se presidente da Federação Espírita Brasileira.

Seu espírito de desprendimento não o permitiu acumular bens materiais, e foi em meio a grandes dificuldades financeiras que um acidente vascular cerebral o matou, em 11 de abril de 1900. Seu nome é reconhecido ainda hoje, e evoca a lembrança de um passado rico, não em ouro, mas em lições de caridade e devoção à fé abraçada.


 MUITA PAZ A TODOS!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Doação de Órgãos



Como o Espiritismo encara os transplantes de órgãos?

O assunto não foi, evidentemente, tratado por Kardec, mas o Dr. Jorge Andréa, no seu livro Psicologia Espírita, págs. 42 e 43, examinando o tema, assevera que não há nenhuma dúvida de que, nas condições atuais da vida em que nos encontramos, os transplantes devem ser utilizados.

A conquista da ciência é força cósmica positiva que não deve ser relegada a posição secundária por pieguismos religiosos. Por isso, chegará o dia em que poderemos avaliar até que ponto as influências espirituais se encontram nesses mecanismos, a fim de que as intervenções sejam coroadas de êxito e pleno entendimento”.

Perguntaram a Chico Xavier se os Espíritos consideram os transplantes de órgãos prática contrária às leis naturais.

Chico respondeu: “Não. Eles dizem que assim como nós aproveitamos uma peça de roupa que não tem utilidade para determinado amigo, e esse amigo, considerando a nossa penúria material, nos cede essa peça de roupa, é muito natural, aos nos desvencilharmos do corpo físico, venhamos a doar os órgãos prestantes a companheiros necessitados deles, que possam utilizá-los com segurança e proveito”.

Todos podemos doar nossos órgãos ou há casos em que isso não se recomenda?

É claro que todos podemos.

A extração de um órgão não produz reflexos traumatizantes noperispírito do doador.

O que lesa o perispírito, que é nosso corpo espiritual, são as atitudes incorretas perpetradas pelo indivíduo, e não o que é feito a ele ou ao seu corpo por outras pessoas.

Além disso, o doador desencarnado é, muitas vezes, beneficiado pelas preces e pelas vibrações de gratidão e carinho por parte do receptor e de sua família.

A integridade, pois, do perispírito está intimamente relacionada com a vida que levamos e não com o tipo de morte que sofremos ou com a destinação de nossos despojos.

Há casos, no entanto, que a doação ou a extração de órgãos não se recomenda.

No dia 6 de fevereiro de 1996, atendemos um Espírito em sofrimento, que recebera o coração de um jovem morto num acidente, o qual, sem haver compreendido que desencarnara, o atormentava no plano espiritual, reclamando o coração de volta. Curiosamente, o Espírito que recebera o órgão sabia estar desencarnado e lembrava até haver doado as córneas a outra pessoa.

Indagaram a Chico Xavier: “Chico, você acha que o espírita deve doar as suas córneas? Não haveria nesse caso repercussões para o lado do perispírito, uma vez que elas devem ser retiradas momentos após a desencarnação do indivíduo?”.

Respondeu o bondoso médium mineiro (“Folha Espírita”, nov/82, apud “Chico, de Francisco”, pág. 84):

Sempre que a pessoa cultive desinteresse absoluto em tudo aquilo que ela cede para alguém, sem perguntar ao beneficiado o que fez da dádiva recebida, sem desejar qualquer remuneração, nem mesmo aquela que a pessoa humana habitualmente espera com o nome de compreensão, sem aguardar gratidão alguma, isto é, se a pessoa chegou a um ponto de evolução em que a noção de posse não mais a preocupa, esta criatura está em condições de dar, porque não vai afetar o perispírito em coisa alguma.

No caso contrário, se a pessoa se sente prejudicada por isso ou por aquilo no curso da vida, ou tenha receio de perder utilidades que julga pertencer-lhe, esta criatura traz a mente vinculada ao apego a determinadas vantagens da existência e com certeza, após a morte do corpo, se inclinará para reclamações descabidas, gerando perturbação em seu próprio campo íntimo. Se a pessoa tiver qualquer apego à posse, inclusive dos objetos, das propriedades, dos afetos, ela não deve dar, porque ela se perturbará
”.

Anos depois dessa resposta, registrou-se o caso Wladimir, o jovem suicida que foi aliviado em seus sofrimentos post-mortem graças às preces decorrentes da doação de córneas por ele feita, mostrando que, mesmo em mortes traumáticas como essa, a caridade da doação, quando praticada pelo próprio desencarnante, é largamente compensada pelas leis de Deus.

(O caso Wladimir é narrado no livro “Quem tem medo da morte?”, de Richard Simonetti.)

sexta-feira, 20 de julho de 2012


O Tesouro Real
Livro: Intervalos
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
    Aprendendo, em verdade, onde se encontra o tesouro real do homem, perante Deus, ensaiemo-nos em novo regime, dentro do qual o direito à propriedade estivesse sofrendo a mais ampla renovação.
    Imaginemos que regulamentos distributivos determinassem a divisão compulsória de todos os bens acumulados nos Bancos, para que o ouro guardado felicitasse cada criatura em benefícios iguais.
    Mentalizemos decretos que transformassem toda a legislação agrária em vigor, para que o solo fosse subdividido em quotas idênticas, conferindo-se, a cada homem, a parte que lhe coubesse, segundo a estatística em andamento.
    Idealizemos portarias sobre a organização predial, repartindo todos os edifícios existentes entre os habitantes do mundo, em exata partilha, e figuremos todos os recursos potenciais das Nações eqüitativamente entregues aos filhos que lhes são próprios.
    Entretanto, se o homem, a pretexto de possuir, não mais se dispusesse ao trabalho, decerto que a fome e a violência viriam, em breve, aniquilar essa suposta igualdade, porquanto, com a propriedade imposta por lei, ninguém se inclinaria a servir, acabando a instituição de semelhantes princípios em guerra aberta e destruidora, pela qual, cada homem, se sentiria com o direito de perturbar o caminho alheio, rendendo novo culto às trevas da escravidão.
    Não tenhamos, pois, qualquer dúvida, em matéria de regimentos legais.
    Não vige a lei benigna quando o homem não se decide a ser bom.
    E sabendo, portanto, que cada criatura vale, perante a vida, pelos frutos e exemplos que venha a produzir, saibamos trabalhar simples e honestamente, porque o trabalho é sempre a única riqueza capaz de assegurar a perfeita alegria, garantindo, a si própria, o domínio da luz.


    Muita Paz
    Gilberto Adamatti