SER MÃE
|
.
Seja Bem vindo (a)
quinta-feira, 9 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
BRILHE A VOSSA LUZ!!!
Estamos bem próximos da data em que a humanidade comemora, ou relembra o momento em que o amor de Deus se revelou de “tal maneira” para a humanidade. É em João 3:16 que lemos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna”.
E Jesus veio para nos ensinar o amor. Não a respeito do amor, como uma tese, mas sobre o amor de Deus que supera todas as coisas. Passados mais de 2000 anos será que já conseguimos compreender o amor?
Em João 13:34 diz o Senhor: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu amei a vós, que também vos uns aos outros vos ameis”.
Hoje em dia muitas pessoas querem demonstrar amor através de presentes materiais. O Natal, que se diz data magna da cristandade, passou a ser a data maior do comércio e uma oportunidade de demonstrarmos a alguém que a amamos.
Mas será que o amor precisa de oportunidade para ser demonstrado? Eu acho muito oportuno lembrarmos aqui a carta de Paulo aos Romanos, 12:9. E tomo como referência a NVI que é de mais fácil compreensão: “O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau, apeguem-se ao que é bom”. Lembrando que a tradução da Bíblia da Sociedade Bíblica Britânica diz: “O amor seja sem hipocrisia”.
Hipocrisia: É o ato de fingir o que a gente não é, ou não sente, ou não crê; falsidade. Vivemos numa sociedade hipócrita, que tem como base de seus relacionamentos os interesses e a mentira. Isso gera um “amor” demonstrado com base na hipocrisia e não na verdade. Um amor sem comprometimento e desviado do que realmente é.
O texto bíblico é claro e direto: “O amor seja sem hipocrisia (Rm 12:9). Qualquer ensaio da prática de um “amor” que tenha traços de falsidade e mentira, ou interesses maldosos, não é a virtude que chamamos amor.
Não é estranho para mim que atualmente seja tão difícil encontrar pessoas que amam de verdade, pois atualmente, talvez amemos mais as coisas que as pessoas. Vejo pessoas amarem [de verdade] carros, animais, bens materiais, cargos, aparelhos tecnológicos, muito mais e com mais verdade do que amam as pessoas.
Respondendo aos discípulos, que perguntaram se seria possível fazer um resumo de toda a Lei de Deus, Jesus assim respondeu: Eis o primeiro mandamento: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Mc 12:30-31).
Jesus também advertiu sobre o que a maldade e a hipocrisia fariam com o amor na vida das pessoas nos últimos tempos: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Ao olharmos para o mundo é o que temos visto nos dias de hoje. Não contribua para este esfriamento. Exercite esta virtude. Lembre-se a cada dia das palavras do Amado discípulo João: “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade” (1 João 3:18).
O Objetivo maior da criatura humana é o de promover a sua própria renovação. Temos que aprender a refletir sobre isto e esforçarmo-nos para nossa gradativa evolução espiritual. E para aprender, refletir e melhorar-se, nada melhor do que através do trabalho, que dignifica.
Jesus, ao descer das esferas de luz da Espiritualidade Superior, teve por objetivo maior orientar a Humanidade no rumo certo do aperfeiçoamento moral. E a palavra de ordem, enérgica de um lado mas suave ao mesmo tempo, foi e continua sendo: “Brilhe a vossa luz”. Compreendamos que tudo isto foi trazido ao mundo ao preço de seu próprio sacrifício.
O texto evangélico que lemos em Mateus 5.v.16 diz: “De tal modo brilhe a vossa luz diante dos homens, que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.
A infinita ternura de sua angelical alma sugere-nos, incisiva e amorosamente, o esforço benéfico. “Brilhe a vossa luz”. E a palavra de Jesus é forte, convocando-nos a ação já. Não é algo a fazer. É prá já, é agora: BRILHE!
O interesse do Senhor é o de que os seus discípulos, de ontem, de hoje e de qualquer tempo, sejam enobrecidos por meio de uma existência moralizada, esclarecida e fraterna. O Evangelho é o presente de céus para que o ser humano, em recebendo suas bênçãos, seja cheio de luz e se revigore com as energias que ele irradia, enriquecendo a alma com seus ensinamentos que dá a direção do caminho a percorrer para chegarmos a Deus.
O Espiritismo, em particular, como revivescência do Cristianismo, é o celeiro onde estão armazenados os alimentos necessários para o homem abastecer-se e alimentar-se com os ricos tesouros da Codificação, a bem de empreender jornada segura em direção às moradas celestiais.
De repente seria interessante perguntar: de que mais precisa o homem para engrandecer-se em relação a cultura e sentimento de amor? Com certeza não faltam os elementos de renovação. Desde há dois mil anos os ensinos de Jesus estão presentes em nossas vidas. Então, que falta aos homens e mulheres de hoje, após receber tantas luzes do céus, para que “brilhe a sua luz”?!...
Recordo as palavras de Jesus na maravilhosa mensagem das “Bem-aventuranças” em Mateus 5:16 – “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”.
Nós também podemos ser luz, como Pedro, quando a sombra de sua passagem muitas pessoas eram curadas (Atos 5:15). Podemos ser luz como Ananias e dizer: Eis-me aqui, Senhor (Atos 9:10). Podemos ser como Estevão que cheio de graça e poder, fazia grandes milagres e prodígios entre o povo (Atos 6:8). Paulo, na carta aos Romanos, recomenda a irmã Febe, que serve na Igreja de Cencréia e tem sido uma benção na vida de muitas pessoas, inclusive a ele mesmo.
A renovação do homem, sob o ponto de vista moral, intelectual e espiritual, é difícil, sem dúvida. Mas, creia, é com certeza realizável. É indispensável, tão somente, dispormo-nos ao esforço transformativo, com a conseqüente utilização dos recursos, meios e elementos que o Evangelho de Jesus e o Espiritismo nos fornece de forma exuberante e farta, sem a exigência de qualquer outro preço a não ser o preço de uma coisa bem simples: A boa-vontade. A disposição de auto-melhoria.
O homem para renovar-se tem que estabelecer um programa tríplice, como ponto de partida para a sua realização íntima, a fim de que “brilhe a sua luz”, baseado no estudo, na meditação e no trabalho.
ESTUDO: O estudo se obtém através da leitura do Evangelho, dos livros da Doutrina Espírita e de quaisquer obras educativas, religiosas ou filosóficas, que o levem a projetar a mente na direção dos ideais superiores. A Doutrina Espírita não proíbe, de modo algum, a leitura de obras de outras religiões, porque entende que todas as religiões são caminhos para a elevação espiritual do ser humano. Cada pessoa tem o direito de freqüentar a religião, ou igreja, onde mais se identifica.
Em relação ao estudo, este deve ser meditado, assimilado e posto em prática, a fim de que se transforme em frutos de renovação efetiva, positiva e consciente. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.
MEDITAÇÃO: A meditação é o ato pelo qual se volve o homem para dentro de si mesmo, onde encontrará a Deus, no esplendor de sua Glória, na plenitude do seu Poder, na infinita expansão do seu Amor. “O Reino de Deus está dentro de vós”.
É através da prece e na meditação que o homem obterá a fé de que necessita para a superação de suas fraquezas e a esperança que lhe estimulará o bom ânimo, na arrancada penosa, bem como o conforto e o bem-estar que lhe assegurarão, nos momentos difíceis, o equilíbrio interior. O fortalecimento moral e a inspiração para a execução do bem o homem obterá através da oração.
TRABALHO: O trabalho, em tese, para o ser em processo de evolução, apresenta-se sob três aspectos principais: material, espiritual e moral:
Através do trabalho material, propriamente dito, dignifica-se o homem no cumprimento dos deveres para consigo mesmo, para com a família que Deus lhe confiou, para com a sociedade de que participa. É pelo trabalho espiritual que se exerce a fraternidade com o próximo e aperfeiçoa-se no conhecimento transcendente da alma imortal.
No campo da atividade moral, lutará, simultaneamente, por sublimar aquelas qualidades com que já se sente aquinhoado. Em resumo: aquisição, cultivo e ampliação de qualidades superiores que o distanciem, em definitivo, da animalidade em que jaz há milênios de milênios.
A palavra do Senhor – “BRILHE A VOSSA LUZ” – impele-nos na atualidade à realização deste sublime programa: - Renovação moral, cultural e espiritual.
A estrada é difícil, o caminho é longo, repleto de espinhos e pedras, de obstáculos e limitações, porém, a meta é perfeitamente alcançável. Uma coisa, apenas, é indispensável: um pouco de boa-vontade. Boa-vontade construtiva, eficiente, positiva. O resto virá, no curso da longa viagem do espírito eterno.
É Natal! Que o amor seja não fingido, mas real, verdadeiro. Amor não de palavras ou até mesmo de meias-palavras. Amor que se demonstra no dia-a-dia e não só quando há interesses.
Jesus veio para nos ensinar o Amor. Natal é aniversário de Jesus. Será que já estamos qualificados a dar a ele um grande presente? A prova de que sabemos amar verdadeiramente?
Que o Senhor Jesus abençoe a todos e tenham um Feliz Natal e um excelente ano novo, de tal modo que todos os sonhos, de ontem, de hoje e de sempre, se tornem realidade.
(Palestra proferida no Centro Espírita Anjo da Guarda, em
Joinville, em 17 de dezembro de 2012).
sexta-feira, 29 de março de 2013
“Abandonai a ilusão, antes que a ilusão vos abandone”.
Observando o comportamento da nossa humanidade, principalmente no meio religioso, vamos perceber que muitos de nós, para não dizer a grande maioria, vivemos iludidos no tocante à nossa condição, ilusões decorrentes das nossas limitações que impedem a percepção dos sentimentos que criam ou determinam nossos raciocínios.
Para que o conteúdo desse texto se faça compreensível, precisamos definir ilusões como aquilo que pensamos, mas que não corresponde à realidade e que nos distanciam da Verdade. Em todos os setores da vida, e não só no religioso, observamos que muitos dos entraves, das dores, das decepções, traumas, culpas, frustrações e todo um conjunto de inclinações e tendências encontram sua matriz nas ilusões. Na verdade, a ilusão é um mecanismo de defesa face às dificuldades que encontramos para lidar com as emoções. Escondemo-nos por detrás de uma imagem que criamos de nós mesmos para resguardarmos autoridade social ou outro qualquer valor que desejamos manter.
Assim, podemos depreender que o iludido esconde-se de si mesmo, criando um “eu ideal” para abrandar o sofrimento que lhe causa a angústia de ser o que é fugindo de si mesmo. E qual a razão para essa fuga? O sentimento de inferioridade que ainda assinala a caminhada da maioria dos habitantes da Terra, que somente será abrandado depois de sucessivas reencarnações, nas quais deveremos trabalhar referido sentimento, sob pena de falência nos planos de ascensão espiritual.
Emmanuel, prefaciando o livro “No Mundo Maior” de André Luiz, diz-nos que “Todos os dias, nos quatro cantos da Terra, partem viajores humanos, aos milhares, demandando o país da Morte. Vão-se de ilustres centros da cultura européia, de tumultuárias cidades americanas, de velhos círculos asiáticos, de ásperos climas africanos. Procedem das metrópoles, das vilas, dos campos… Raros viveram nos montes da sublimação. A maioria constitui-se de menores de espírito, em luta pela outorga de títulos que lhes exaltem a personalidade”. A morte a ninguém propiciará passaporte gratuito para a ventura celeste e nunca seremos promovidos a anjos, sem antes derrubarmos todas as máscaras das ilusões que criamos, desejando que os outros creiam sobre nós o que ainda não somos.
Também encontramos judiciosa lição no livro “Reforma Íntima sem martírios”, de Ermance Dufaux, quando ela exemplifica os vários comportamentos revestidos de ilusão, dizendo: “O iludido quando ambicioso, chega às raias da usura; quando dominador chega aos cumes da manipulação; quando vaidoso, guinda-se aos pântanos da supremacia pessoal; quando cruel, atola-se ao lamaçal do crime; quando astuto, atira-se às vivências da intransigência; quando presunçoso, escala os cumes da arrogância; e, mesmo quando esclarecido espiritualmente, lança-se aos píncaros do exclusivismo, ostentando qualidades que, muita vez, são adornos frágeis com os quais esnobam superioridade que supõe possuir”.
Desse modo, urge que nós iniciemos um processo de destruição dessas máscaras para encontrarmos o “eu real” que estamos ignorando há milênios, despertando a luz que ignoramos estar em nossa intimidade à espera da vontade para utilizá-la, lembrando que a nossa evolução não se opera em saltos, mas gradativamente. O processo educacional da alma é paulatino.
Paulo, o apóstolo da renovação, indica-nos uma sublime recomendação:
“Olhais para as coisas segundo as aparências? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo” (…) – Coríntios, 10:7
Para que o conteúdo desse texto se faça compreensível, precisamos definir ilusões como aquilo que pensamos, mas que não corresponde à realidade e que nos distanciam da Verdade. Em todos os setores da vida, e não só no religioso, observamos que muitos dos entraves, das dores, das decepções, traumas, culpas, frustrações e todo um conjunto de inclinações e tendências encontram sua matriz nas ilusões. Na verdade, a ilusão é um mecanismo de defesa face às dificuldades que encontramos para lidar com as emoções. Escondemo-nos por detrás de uma imagem que criamos de nós mesmos para resguardarmos autoridade social ou outro qualquer valor que desejamos manter.
Assim, podemos depreender que o iludido esconde-se de si mesmo, criando um “eu ideal” para abrandar o sofrimento que lhe causa a angústia de ser o que é fugindo de si mesmo. E qual a razão para essa fuga? O sentimento de inferioridade que ainda assinala a caminhada da maioria dos habitantes da Terra, que somente será abrandado depois de sucessivas reencarnações, nas quais deveremos trabalhar referido sentimento, sob pena de falência nos planos de ascensão espiritual.
Emmanuel, prefaciando o livro “No Mundo Maior” de André Luiz, diz-nos que “Todos os dias, nos quatro cantos da Terra, partem viajores humanos, aos milhares, demandando o país da Morte. Vão-se de ilustres centros da cultura européia, de tumultuárias cidades americanas, de velhos círculos asiáticos, de ásperos climas africanos. Procedem das metrópoles, das vilas, dos campos… Raros viveram nos montes da sublimação. A maioria constitui-se de menores de espírito, em luta pela outorga de títulos que lhes exaltem a personalidade”. A morte a ninguém propiciará passaporte gratuito para a ventura celeste e nunca seremos promovidos a anjos, sem antes derrubarmos todas as máscaras das ilusões que criamos, desejando que os outros creiam sobre nós o que ainda não somos.
Também encontramos judiciosa lição no livro “Reforma Íntima sem martírios”, de Ermance Dufaux, quando ela exemplifica os vários comportamentos revestidos de ilusão, dizendo: “O iludido quando ambicioso, chega às raias da usura; quando dominador chega aos cumes da manipulação; quando vaidoso, guinda-se aos pântanos da supremacia pessoal; quando cruel, atola-se ao lamaçal do crime; quando astuto, atira-se às vivências da intransigência; quando presunçoso, escala os cumes da arrogância; e, mesmo quando esclarecido espiritualmente, lança-se aos píncaros do exclusivismo, ostentando qualidades que, muita vez, são adornos frágeis com os quais esnobam superioridade que supõe possuir”.
Desse modo, urge que nós iniciemos um processo de destruição dessas máscaras para encontrarmos o “eu real” que estamos ignorando há milênios, despertando a luz que ignoramos estar em nossa intimidade à espera da vontade para utilizá-la, lembrando que a nossa evolução não se opera em saltos, mas gradativamente. O processo educacional da alma é paulatino.
Paulo, o apóstolo da renovação, indica-nos uma sublime recomendação:
“Olhais para as coisas segundo as aparências? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo” (…) – Coríntios, 10:7
[enviado por Martha Triandafelides Capelotto – Divulgadora do Espiritismo].
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
PELO ESPÍRITO SHEILALUZ NO CORAÇÃO!
As sombras que recaem sobre a humanidade, no campo moral, nada mais são que a ausência do Evangelho no coração das criaturas.
Daí a necessidade de uma vivência maior dentro dos padrões traçados por Jesus, por parte daqueles que já se encontraram com o Mestre.A esses, cabe a tarefa de iluminação do planeta.
Conforme o próprio Mestre asseverou, eles terão de ser o “sal da terra”, conservando a elevação do pensamento e dando o sabor da fraternidade à vida de relação.
Se a tarefa parece difícil, é oportuno recordar que, sem o espírito de renúncia, desprendimento e disciplina, as dores da humanidade se agravariam ainda mais.
As sombras, contudo, hão de ser passageiras, porque o sol do amor de Deus não deixará que a ignorância imponha, por muito tempo, seus efeitos nefastos aos homens de boa vontade e amantes da paz.Se a brutalidade ainda recrudesce, cabe aos seguidores do Cristo o desenvolvimento da concórdia, por meio do próprio exemplo na prática aos ensinos evangélicos.
Se a dor moral ainda persiste, como efeito dos enganos e da rebeldia, o alívio por meio do esclarecimento é o único caminho e o principal recurso a ser mobilizadb.
Se o homem se ressente de seus atos cheios de sombras, cabe a ele mesmo reerguer--se para a luz de Deus, a fim de construir em sua cônsciência a cidadela de paz que o mundo deseja.
Somente com o desenvolvimento do amor em níveis mais elevados, conseguirá o homem construir a sociedade livre das mazelas que hoje assolam os povos e retardam o progresso.
Confiemos, porém, no amor do Pai, oferecendo nossos esforços, em nosso campo de atuação, para que a luz que todos desejamos venha a nascer do nosso próprio coração.
Naquela tarde insquecível em Jerusalém, um certo Cireneu foi chamado pelos guardas a auxiliar o Mestre que, cambaleante e abatido, mal suportava o peso da cruz na escalada do Calvário.
Não esperes que a vida te chame a auxiliar os que caminham vergados pela cruz que carregam, nem te limites à massa expectante que, embora tocada de compaixão, apenas assiste à passagem dos sofredores.
Antecipa-te a eles e o teu gesto, espontâneo e bom, os felicitará, a fim de que, escalando o calvário da redenção, encontrem a paz na libertação espiritual.
MUITA PAZ!!!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
O Divino Semeador!!!
Quando Jesus nasceu, uma estrela mais brilhante que as outras luzia, a pleno céu, indicando a manjedoura.
A princípio, pouca gente lhe conhecia a missão sublime.
Em verdade, porém, assumindo a forma duma criança, vinha Ele, da parte de Deus, nosso Pai Celestial, a fim de santificar os homens e iluminar os caminhos do mundo.
O Supremo Senhor que no-lo enviou é o Dono de Todas as Coisas. Milhões de mundos estão governados por suas mãos. Seu poder tudo abrange, desde o Sol distante até o verme que se arrasta sob nossos pés; e Jesus, emissário d'Ele na Terra, modificou o mundo inteiro. Ensinando e amando, aproximou as criaturas entre si, espalhou as sementes da compaixão fraternal, dando ensejo à fundação de hospitais e escolas, templos e instituições, consagrados à elevação da humanidade. Influenciou, com seus exemplos e lições, nos grandes impérios, obrigando príncipes e administradores, egoístas e maus, a modificarem programas de governo. Depois de sua vinda, as prisões infernais, a escravidão do homem pelo homem, a sentença de morte indiscriminada a quantos não pensassem de acordo com os mais poderosos, deram lugar à bondade salvadora, ao respeito pela dignidade humana e pela redenção da vida, pouco a pouco.
Além dessas gigantescas obras, nos domínios da experiência material, Jesus, convertendo-se em Mestre Divino das almas, fêz ainda muito mais.
Provou ao homem a possibilidade de construir o Reino da Paz, dentro do próprio coração, abrindo a estrada celeste à felicidade de cada um de nós.
Entretanto, o maior embaixador do Céu para a Terra foi igualmente criança.
Viveu num lar humilde e pobre, tanto quanto ocorre a milhões de meninos, mas não passou a infância despreocupadamente. Possuiu companheiros carinhosos e brincou junto deles. No entanto, era visto diariamente a trabalhar numa carpintaria modesta. Vivia com disciplina. Tinha deveres para com o serrote, o martelo e os livros. Por representar o Supremo Poder, na Terra, não se movia à vontade, sem ocupações definidas. Nunca se sentiu superior aos pequenos que o cercavam e jamais se dedicou à humilhação dos semelhantes.
Eis porque o jovem mantido à solta, sem obrigações de servir, atender e respeitar, permanecer em grande perigo.
Filho de pais ricos ou pobres, o menino desocupado é invariavelmente um vagabundo. E o vagabundo aspira ao título de malfeitor, em todas as circunstâncias. Ainda que não possua orientadores esclarecidos no ambiente em que respira, o jovem deve procurar o trabalho edificante, em que possa ser útil ao bem geral, pois se o próprio Jesus, que não precisava de qualquer amparo humano, exemplificou o serviço ao próximo, desde os anos mais tenros, que não devemos fazer a fim de aproveitar o tempo que nos é concedido na Terra?
muita paz!
Pelo Espírito Neio Lúcio
XAVIER, Francisco Cândido. Antologia Mediúnica do Natal. Espíritos Diversos. FEB. Capítulo 23.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Estrela oculta
Quando a tempestade da CÓLERA explode no
ambiente, despedindo granizos dilacerantes,
vemo-la por antena de amor, como uma estrela
oculta, isolando-lhes os raios, e se o temporal da
revolta encharca os que tombam na estrada sob o
visco da lama, ei-la que surge igualmente por
força neutralizante, subtraindo o lodo e aclarando
o caminho... Remédio nas feridas profundas que
se escondem na alma, ante os golpes da injúria,
a estrela oculta é balsamo invisível, lenindo
toda chaga. Ante a sua presença, a queixa
descabida interrompe-se e pára e o verbo
contundente empalidece e morre.
Onde vibra, amparando, todo ódio contem-se,
e o incêndio da impiedade apaga-se de chofre...
Acessível a todos, vemo-la em toda parte, onde
o homem cultive a caridade simples, debruçando-se
pura, à maneira de aroma envolvente e sublime,
anulando o veneno em que a treva se nutre...
Guardemo-la conosco, onde formos chamados,
sempre que o mal reponte, delinqüente e sombrio,
por que essa estrela oculta, ao alcance de todos,
é a prece do silêncio em clima de perdão.
ambiente, despedindo granizos dilacerantes,
vemo-la por antena de amor, como uma estrela
oculta, isolando-lhes os raios, e se o temporal da
revolta encharca os que tombam na estrada sob o
visco da lama, ei-la que surge igualmente por
força neutralizante, subtraindo o lodo e aclarando
o caminho... Remédio nas feridas profundas que
se escondem na alma, ante os golpes da injúria,
a estrela oculta é balsamo invisível, lenindo
toda chaga. Ante a sua presença, a queixa
descabida interrompe-se e pára e o verbo
contundente empalidece e morre.
Onde vibra, amparando, todo ódio contem-se,
e o incêndio da impiedade apaga-se de chofre...
Acessível a todos, vemo-la em toda parte, onde
o homem cultive a caridade simples, debruçando-se
pura, à maneira de aroma envolvente e sublime,
anulando o veneno em que a treva se nutre...
Guardemo-la conosco, onde formos chamados,
sempre que o mal reponte, delinqüente e sombrio,
por que essa estrela oculta, ao alcance de todos,
é a prece do silêncio em clima de perdão.
***Emmanuel***
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Chamo-me O Amor!
QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento
te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos Busca-Me: eu sou Aquele que sabe sufocar-te o pranto
e estancar-te as lágrimas; QUANDO te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que
em torno a indiferença recrudesce, acerca-te de Mim:
eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza
de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos; QUANDO se te extinguir o ânimo, as vicissitudes
da vida, e te achares na eminência de desfalecer,
chama-Me: eu sou a FORÇA, capaz de remover-te
as pedras dos caminhos e sobrepor-te às adversidades
do mundo; QUANDO, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a
cabeça, corre para junto de Mim: eu sou o REFÚGIO,
em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranquilidade para o teu espírito; QUANDO te
faltar a calma, nos momentos de maior aflição,
e te julgares incapaz de conservar a serenidade de
espírito, invoca-Me:eu sou a PACIÊNCIA, que
te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar
nas situações mais difíceis; QUANDO te abateres
nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por Mim: eu sou o BÁLSAMO, que te cicatriza as chagas e te minora
os padecimentos; QUANDO o mundo te iludir com
suas promessas falazes e perceberes que já ninguém
pode inspirar-te confiança, vem a Mim: eu sou a SINCERIDADE, que sabe corresponder à fraqueza
de tuas atitudes e à exelsitude de teus ideais;
QUANDO a tristeza e a melancolia te povoarem
o coração e tudo te causar aborrecimento, clama
por Mim: eu sou a ALEGRIA,que te insufla um
alento novo e te faz conhecer os encantos de teu
mundo interior; QUANDO, um a um, te fenecerem
os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero,
apela para Mim:eu sou a ESPERANÇA, que te
robustece a fé e acalenta os sonhos; QUANDO
a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano,
procura-Me: eu sou o PERDÃO, que te eleva o
ânimo e promove a reabilitação de teu espírito;
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre
a Mim: eu sou a CRENÇA, que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista da
felicidade; QUANDO já não aprovares a
sublimidade de uma afeição sincera e te desiludires
do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de
Mim: eu sou a RENÚNCIA, que te ensina a olvidar
a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão
do mundo; QUANDO, enfim, quiseres saber quem Sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que
canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila,
ao moço que espera e ao velho que recorda. Eu sou a dinâmica da Vida e a harmonia da Natureza;
chamo-me AMOR, o remédio para todos os males
que te atormentam o espírito.
QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento
te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos Busca-Me: eu sou Aquele que sabe sufocar-te o pranto
e estancar-te as lágrimas; QUANDO te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que
em torno a indiferença recrudesce, acerca-te de Mim:
eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza
de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos; QUANDO se te extinguir o ânimo, as vicissitudes
da vida, e te achares na eminência de desfalecer,
chama-Me: eu sou a FORÇA, capaz de remover-te
as pedras dos caminhos e sobrepor-te às adversidades
do mundo; QUANDO, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a
cabeça, corre para junto de Mim: eu sou o REFÚGIO,
em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranquilidade para o teu espírito; QUANDO te
faltar a calma, nos momentos de maior aflição,
e te julgares incapaz de conservar a serenidade de
espírito, invoca-Me:eu sou a PACIÊNCIA, que
te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar
nas situações mais difíceis; QUANDO te abateres
nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por Mim: eu sou o BÁLSAMO, que te cicatriza as chagas e te minora
os padecimentos; QUANDO o mundo te iludir com
suas promessas falazes e perceberes que já ninguém
pode inspirar-te confiança, vem a Mim: eu sou a SINCERIDADE, que sabe corresponder à fraqueza
de tuas atitudes e à exelsitude de teus ideais;
QUANDO a tristeza e a melancolia te povoarem
o coração e tudo te causar aborrecimento, clama
por Mim: eu sou a ALEGRIA,que te insufla um
alento novo e te faz conhecer os encantos de teu
mundo interior; QUANDO, um a um, te fenecerem
os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero,
apela para Mim:eu sou a ESPERANÇA, que te
robustece a fé e acalenta os sonhos; QUANDO
a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano,
procura-Me: eu sou o PERDÃO, que te eleva o
ânimo e promove a reabilitação de teu espírito;
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre
a Mim: eu sou a CRENÇA, que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista da
felicidade; QUANDO já não aprovares a
sublimidade de uma afeição sincera e te desiludires
do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de
Mim: eu sou a RENÚNCIA, que te ensina a olvidar
a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão
do mundo; QUANDO, enfim, quiseres saber quem Sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que
canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila,
ao moço que espera e ao velho que recorda. Eu sou a dinâmica da Vida e a harmonia da Natureza;
chamo-me AMOR, o remédio para todos os males
que te atormentam o espírito.
***Emmanuel***
Assinar:
Postagens (Atom)





